quarta-feira, 17 de abril de 2013

Trabalhar em Equipe É Fundamental

Sucesso, realização de objetivos e amizade. Estes são alguns exemplos que se podem citar sobre a importância de saber trabalhar em equipe. Sendo assim, é vantajoso trabalhar em equipe, pois, será alcançado um nível de satisfação, tanto profissional como pessoal.

É crucial saber trabalhar em equipe, visto que no setor profissional as empresas optam por funcionários que saibam trabalhar nestas condições, pois a labuta em equipe é mais vantajosa do que a individual. Isto porque o trabalho em equipe torna-se mais rápido, com novas escolhas e ideias inovadoras para a conclusão do objetivo, e o individual é mais trabalhoso, visto que o trabalho é mais pesado e as escolhas a serem tomadas serão difíceis, porque não é levada em conta as opiniões de outros e sim só a sua.

Já a importância de saber trabalhar em equipe para a sociedade, é mais vantajosa, porque, o trabalho em sociedade é mais eficaz, pois o trabalho fica pronto mais rápido, cria-se assim uma união, uma amizade entre todos. Desta forma a sociedade ajudará o seu semelhante a conquistar seu objetivo, e assim, ambos crescem juntos e trabalham melhor para formar uma sociedade mais unida.

Portanto, saber trabalhar em equipe é fundamental para todos, em virtude de que, o trabalho em equipe sempre beneficiará a todos, fazendo assim, que o sucesso, os objetivos e as amizades, sejam sempre alcançados.

(Barcellos)

segunda-feira, 11 de março de 2013

A refinada arte de ouvir

Quando a Western Union solicitou a Thomas Edison que “estipulasse seu preço” para a máquina perfuradora de fita que ele inventara, Edison pediu alguns dias para pensar no assunto. Sua esposa sugeriu 20 mil dólares, mas ele considerou essa quantia exorbitante. 

No dia combinado ele compareceu à reunião ainda incerto sobre o preço de seu invento. Quando o presidente da mesa lhe perguntou quanto queria pelo invento, ele tentou dizer 20 mil dólares, mas as palavras não saíram de sua boca. O presidente finalmente quebrou o silêncio e perguntou: - Que tal 100 mil?

Geralmente, o silêncio permite que outras pessoas digam algo melhor do que nós diríamos.

(...)

Uma anedota contava que uma mulher queixou-se de que estava ficando gripada e seu marido levou-a ao médico. O medico imediatamente colocou um termômetro na boca da mulher e disse:
- Fique sentada ali por cinco minutos, sem se mexer. A mulher obedeceu.

O marido ficou surpreso e fascinado. Quando o médico retornou para a sala de exames, o marido apontou entusiasmado para o termômetro e disse:
- Doutor, quanto o senhor quer por ele?

Ouvir é uma arte refinada e que deve ser cultivada como parte de nossa personalidade. Aqueles que têm habilidade para ouvir são pessoas de grande valor.

Se você é um bom ouvinte, perceberá que atrai os outros. Os amigos confiam em você e as suas amizades se aprofundam. (...) As pessoas que não escutam são chatas, não parecem interessadas por ninguém, a não ser por elas mesmas.
Escutar é um elogio porque é dizer para a outra pessoa: “Eu me importo com o que está lhe acontecendo, a sua vida e sua experiência são importantes”.

Assim como Thomas Edison, você também pode tirar proveito do silêncio.

DEUS COSTUMA USAR

Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida.
Paulo Coelho

A FORÇA DOS PEQUENOS


Um dia o leão reuniu os animais da floresta.
Ordem do Leão: todos os animais, de qualquer gênero, de qualquer espécie e tamanho, devem reconhecer o leão como rei. Ouviu-se um murmúrio geral, depois uma pequena voz se fez ouvir. Era a porta-voz das formigas guerreiras.

- Nós não aceitamos. Os nossos antepassados nos deram uma rainha e nós obedecemos somente às suas ordens!

O leão, com um rugido furioso, respondeu:

- Tereis a vossa punição!

Em seguida todos se dispersaram. No fim da tarde, os filhos do leão caçaram um porquinho e o esconderam numa moita. Enquanto foram convidar o chefe para banquetear-se com o porquinho, as formigas se reuniram tão numerosas que cobriram a savana. Devoraram o porquinho e se dispuseram em ordem de guerra.  Ao pôr do sol o leão chegou majestoso com sua família. Então o exército das formigas entrou em ação. Os insetos caíram aos montes das ervas e das folhas ou subiam pelas pernas dos azarados. Os ferrões atacaram no focinho, nas orelhas, nos olhos, nas narinas...

Os leões, rugindo de dor, jogavam-se ás cegas contra as plantas, rolavam no chão... inutilmente.

Na manhã seguinte, um abutre, passando em vôo rasante, viu ali a ossada da família que havia pretendido impor-se sem efeito como rei absoluto de todos os animais.

A lição foi fácil: os poderosos nunca devem desprezar a força dos pequeno unidos.

Conto Africano

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O CÁLICE DAS PÉROLAS


O CÁLICE DAS PÉROLAS

Era uma vez... As histórias maravilhosas começam assim. Não importa o tamanho delas. Se começam por era uma vez, são sempre maravilhosas.

Pois era uma vez um homem. Um homem pobre que de precioso só tinha um cálice.

Nele, ele bebia a água do riacho que passava próximo à sua casa. Nele, bebia leite, quando o conseguia, em troca de algum trabalho.

Era pobre, mas feliz. Feliz com sua esposa, que o amava. Feliz em sua pequena casa, que o sol abraçava nos dias quentes, tornando-a semelhante a um forno.

Feliz com a árvore nos fundos do terreno, onde escapava da canícula.

Saía pelas manhãs em busca de algum trabalho que lhe garantisse o alimento a ele e à esposa, a cada dia.

Assim transcorria a vida, em calma e felicidade. Nas tardes mornas, quando retornava ao lar, era sempre recebido com muita alegria.

Era um homem feliz. Trazia o coração em paz, sem maiores vôos de ambição.

Então, um dia... Sempre há um dia em que as coisas acontecem e mudam o rumo da História.

Pois, nesse dia, nem ele mesmo sabendo o porquê, uma lágrima caiu de seus olhos, dentro do cálice.

De imediato, o homem ouviu um pequeno ruído, como de algo sólido, que bateu no fundo do recipiente.

Olhou e recolheu entre os dedos uma pérola. Sua lágrima se transformara em uma pérola.

Então, o homem pensou que poderia ficar muito rico se chorasse bastante.

Como não tinha motivos para chorar, ele começou a criá-los. Precisava se tornar uma pessoa triste, chorosa, para enriquecer.

Com o dinheiro da venda das pérolas pensava comprar lindas roupas para sua esposa, uma casa mais confortável, propriedades, um carro.

E assim foi. Ele começou a buscar motivos para ficar triste e para chorar muito.

Conseguiu muitas riquezas. Ele poderia tornar a ser feliz. No entanto, desejava mais.

As pequenas coisas que antes lhe ofertavam alegrias, agora, de nada valiam.

Que lhe importava o raio de sol para se aquecer no inverno? Com dinheiro, ele mandou colocar calefação interna em toda sua residência.

Por que aguardar os ventos generosos para arrefecer o calor nos dias de verão? Com dinheiro, ele pediu para ser instalado ar condicionado em toda a sua casa.

E no carro, e no escritório que adquiriu para gerir os negócios que o dinheiro gerara.

E a tristeza sempre precisava ser maior. Do tamanho da ambição que o dominava.

Nunca era o bastante. Os afagos da esposa, no final do dia e nos amanheceres de luz deixaram de ser imprescindíveis.

Ele não podia perder tempo. Precisava chorar. Precisava descobrir fórmulas de ficar mais triste e derramar mais lágrimas.

Finalmente, quando o homem se deu conta, estava sem esposa, sem amigos. Só... Com seu dinheiro, toda sua imensa fortuna.

Chorando agora, estava tão desolado, que nem mais se importava em despejar o dique das lágrimas no cálice.
A depressão tomara conta dele e nada mais tinha significado.

A história parece um conto de fadas. Mas nos leva a nos perguntarmos quantas vezes desprezamos os tesouros que temos, indo à cata de riquezas efêmeras.
 

Pensemos nisso e não desperdicemos os valores verdadeiros de que dispomos. Nem pensemos em trocá-los por posses exageradas.
 

A tudo confiramos o devido valor, jamais perdendo nossa alegria.
 

Haveres conquistados à troca de infelicidade somente geram infelicidade.
 

Autor desconhecido
Fotos: Cópias da internet.  

O Sol e o Vento


O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte.

O vento disse:

- Provarei que sou o mais forte. Vê aquela mulher que vem lá embaixo com
um lenço azul no pescoço? Aposto como posso fazer com que ela tire
o lenço mais depressa do que você.

O sol aceitou a aposta e recolheu-se atrás de uma nuvem.

O vento começou a soprar até quase se tornar um furacão, mas quanto
mais ele soprava, mais a mulher segurava o lenço junto a si.

Finalmente, o vento acalmou-se e desistiu de soprar.

Logo após, o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para a mulher.

Imediatamente ela esfregou o rosto e tirou o lenço do pescoço.

O sol disse, então, ao vento:

- Lembre-se disso:
"A gentileza e a amizade são
sempre mais fortes que
a fúria e a força."

terça-feira, 14 de agosto de 2012

É hora de votar com consciência!


Caro Eleitor, as eleições municipais estão aí mais uma vez. Então é hora de demonstrar maturidade e responsabilidade escolhendo bem, os seus representantes municipais independentemente de partidos políticos, preferências ou camaradagem. Não vote em candidato ficha ou de má fama. Vote em alguém que tenha boa reputação cultural, política e social.
Temos aí concorrendo novamente os mandarins da política municipal, formados pela velha-guarda de políticos reeleitos, com ideias ultrapassadas, suplantadas, recalcitrantes e sempre resistentes ao tempo. Que deveriam ser rejeitados pelo voto popular.
É hora de dar oportunidade aos novos candidatos e de preferência àqueles sem relacionamento de parentesco com os políticos em atividade, para quebrar o vínculo das nocivas oligarquias ou dinastias políticas que tanto exploraram e massacraram este município.
Na campanha eleitoral 2012 o que não faltam são momentos grotescos - que seriam cômicos, se não fossem trágicos - que só nos fazem rir. Pois, do nada, surgem figuras patéticas, despreparadas e claramente desprovidas daqueles interesses coletivos necessários a todos que se dispõe a servir o público, e querem “emprenhar” nossas mentes com mentiras a fim de abocanhar nossos votos.
O que nós vemos muito são: carros plotados, redes sociais carregadas de comentários, adesivos, jingles e tantas outras estratégias que, em muitas vezes, não passam de um barulhento "tiro no escuro". Prepare-se respeitável público, pois, é certo o reencontro com aquele tsunami de falas prometendo soluções para todos os nossos problemas e para tudo que possamos imaginar. Sejam em comícios, reuniões, encontros inesperados ou em cochichos ao pé do ouvido.
Além dos espetaculares planos de governo, tais "blás... blás... blás..." costumam indicar figuras escoradas em promessas de que, quando (re) eleitos, promoverão a democracia, honestidade e respeito ao povo – quanta novidade! Você já deve estar vivenciando que caricaturas humanas – que jamais olharam para você – estão (re) surgindo nas portas de suas casas em busca de votos, votos e mais votos e, para consegui-los, irão prometer que, se (re) eleitos, serão intensos defensores da transparência (ah, tá...), renovação (ah, tá de novo...), o fim da violência (me engana que eu gosto), mais empregos, acesso ao lazer, cultura e esporte (isso é de praxe), agradinhos em forma de cesta básica (essa é boa) e assim acompanha a velha listinha conhecida de todos nós.
É o momento do povo não aceitar a reprodução desta "besteirada" esdrúxula, sem possibilidades reais de execução, ou seja, puro papo furado. Que nessas eleições consigamos enfim, (re) elegermos pessoas com condições para construir e manter relações pautadas em habilidades incontestavelmente importantes, como por exemplo, a adoção de atitudes éticas, honestas e, acima de tudo, de respeito ao próximo, demonstrado através de uma história e de um portfólio repleto de muito trabalho, grandes conquistas principalmente em favor dos menos favorecidos, e mudanças positivas no dia a dia das pessoas. Haja vista, que quem não fez nada pelo povo antes de assumir um cargo seja no legislativo ou no executivo, dificilmente o fará quando tiver seu desejo de poder realizado.  
Fique atento, reflita sempre, não se iluda com a lábia fácil de candidatos espertos que prometem rios de favores ou seduzem com promessas que não podem cumprir. Vote com consciência.
Até a próxima...
Prof. Gleyson Castro