quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Viver é um show fantástico

Você pode ter defeitos, viver ansioso, chorar e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é o maior tesouro do mundo.

Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sempre azul, caminhos sem obstáculos, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.

Ser feliz É encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor mesmo nos desencontros.

Ser feliz Não é apenas valorizar o sorriso a alegria, mas também refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar as vitórias, mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas alegrar-se como os aplausos, mas encontrar alegria na escuridão.

Ser feliz É reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões nos períodos de crise basta saber aproveitar.

Ser feliz Não é uma sorte do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu eu interior.

Ser feliz É deixar de ser vítima ou réu nos problemas, é se tornar o autor da própria história.

Ser feliz É atravessar desertos, ser capaz de encontrar um oásis escondido em sua alma.

É agradecer a cada manhã pela vida.

Ser feliz É não ter medo dos próprios sentimentos e saber falar de si mesmo.

É ter coragem para ouvir um... "Não".

Ser Feliz É saber receber com segurança uma crítica, mesmo que seja injusta.

É beijar os filhos, é ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.

É deixar viver a criança que cada um tem dentro de si.

Ser feliz É saber admitir quando errou e dizer "Eu errei".

É ser o primeiro a dizer "Me perdoe”

É ter sensibilidade para expressar

"O que você tem mais de profundo no coração".

É ter capacidade de dizer sem medo "Eu te amo".

Faça da sua vida um canteiro de oportunidades.

Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.

Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.

E finalmente Quando você desviar do caminho, comece tudo de novo.

Pois assim você terá cada vez mais amor pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita.

Mas saber usar suas lágrimas para irrigar a tolerância.

Saber usar suas perdas para polir a paciência.

Saber usar suas falhas para construir a serenidade.

Saber usar os obstáculos para abrir as janelas da sabedoria.

Não desista nunca de si mesmo.

Não esqueça nunca as pessoas que te amam.

Não desista nunca de quem te ama.

Não desista nunca de ser feliz, pois...

VIVER É UM SHOW FANTÁSTICO

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O ILUSTRE VISITANTE


Ruth, olhou em sua caixa de correio, mas só havia uma carta. Pegou-a e a olhou antes de abri-la. Mas logo parou, para observar com mais atenção. 

Não havia selo nem marcas do correio, somente seu nome e endereço. Ela decidiu ler a carta: "Querida Ruth. Estarei próximo de sua casa, no sábado à tarde, e passarei para visitá-la. Com amor, Jesus."

As mãos da mulher tremiam quando colocou a carta sobre a mesa. "Por que Jesus iria querer visitar-me? Não sou ninguém especial, não tenho nada para oferecer-lhe..." - pensou. 

Preocupada, Ruth recordou o vazio reinante nas estantes de sua cozinha. "Ai, não!, não tenho nada para oferecer-lhe. Terei que ir ao mercado e comprar alguma coisa para o jantar." Ruth abriu a carteira e colocou o conteúdo sobre a mesa. Era muito pouco, suficiente apenas para comprar pão e alguma outra coisa. 

Ruth colocou um abrigo e se apressou em sair. Um pão francês, um pouco de peru e uma caixa de leite. Sobram-lhe apenas alguns trocados, que deveriam durar até a segunda-feira, quando receberia sua pensão novamente. Mesmo assim, sentiu-se bem e saiu a caminho de casa, com sua humilde compra debaixo de um dos braços.

- Olá, senhora, pode nos ajudar? 

Ruth estava tão distraída pensando no jantar, que não viu as duas pessoas que estavam de pé no corredor. Um homem e uma mulher, os dois vestidos com pouco mais que farrapos. 

- Olhe, senhora, não tenho emprego. Minha mulher e eu temos vivido ali fora na rua. Está fazendo frio e estamos sentindo fome. Se a senhora pudesse nos ajudar, ficaríamos muito agradecidos.

Ruth olhou para eles com mais cuidado. Estavam sujos e tinham mal cheiro e, francamente, ela estava segura de que eles poderiam conseguir algum emprego se quisessem. 

- Senhor, eu queria ajudar, mas eu mesma sou uma mulher pobre. Tudo que tenho são umas fatias de pão, mas receberei um hóspede importante esta noite e planejava servir-lhe isso. 

- Sim, senhora, entendo, de qualquer maneira, obrigado - respondeu o homem. 

O pobre homem colocou o braço em volta dos ombros da mulher, e os dois se dirigiram para a saída. Ao vê-los saindo, Ruth sentiu um forte pulsar em seu coração. 

- Espere! 

O casal parou e voltou à medida que Ruth corria para eles e os alcançava na rua:

- Fiquem com isso tudo - disse ela.
- Mas, e o seu convidado, senhora?
- Eu dou um jeito. Não se preocupem.

Quando a mulher estendeu as mãos para pegar o lanche, Ruth percebeu que a mulher tremia de frio. 

- Sabe, tenho outro casaco em minha casa, tome este - ofereceu Ruth. Ela desabotoou o próprio casaco e o colocou sobre os ombros da mulher. 

- Obrigado, senhora, muito obrigado - despediu-se, agradecido, o casal. 

Sorrindo, voltou a caminho de casa, sem seu casaco e sem nada para servir para Jesus.

Ruth estava tremendo de frio quando chegou à porta de sua casa. Procurou a chave rapidamente na bolsa, enquanto notava outra carta na caixa de correio. 

"Que esquisito, o carteiro nunca vem duas vezes em um dia" - pensou ela. Apanhou a carta e a abriu:
 
"Querida Ruth. Foi bom vê-la novamente. Obrigado pelo delicioso lanche e pelo casaco. Com amor, Jesus." 


Então os justos lhe perguntarão:
Senhor, quando te vimos com fome,
e te demos de comer?
ou com sede, e te demos de beber?

Quando te vimos forasteiro,
e te acolhemos? ou nu, e te vestimos?

Quando te vimos enfermo,
ou na prisão, e fomos visitar-te?

E responder-lhes-á o Rei:
Em verdade vos digo que,
sempre que o fizestes a um
destes meus irmãos,
mesmo dos mais pequeninos,
a mim o fizestes.
Mateus 25.37-40

AMARGO REGRESSO

Esta história é contada como verídica. Fala de um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa, depois de ter lutado numa guerra muito sangrenta.



Ele ligou para seus pais e disse-lhes: 
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, quero lhes pedir um favor. Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.

- Claro, filho, nos adoraríamos conhecê-lo!

- Mas, há algo que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na guerra; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco. 

- Puxa, filho, não é facil cuidar de uma pessoa com tantas dificuldades assim... mas, traga-o com você, nós vamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele. 

- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.

- Filho, nós não podemos assumir um compromisso tão grande assim. Ele não seria feliz morando aqui conosco. E nós perderíamos um pouco da nossa liberdade. Vamos achar um lugar em que cuidem bem dele.

- Está certo, papai, o senhor tem razão!

Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um outro telefonema, da polícia. O filho deles havia cometido suicídio, num hotelzinho de beira de estrada numa cidade vizinha, bem perto deles.
Quando ele foram fazer o reconhecimento do corpo descobriram que o "amigo" do qual o rapaz falara era ele mesmo, que havia sido gravemente ferido na guerra e escondera o fato de seus pais, com medo de não ser aceito por eles.




Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.
Romanos 5.8

Barulho de Carroça

Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. 

Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais
alguma coisa? 
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi: 

- Estou ouvindo um barulho de carroça. 

- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia ... 
Perguntei ao meu pai: 

- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos? 

- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.

Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna, interrompendo a conversa de todo mundo, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:

Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...

Perspectiva

Lembre-se: sua perspectiva determina suas ações e reações.Quando o outro leva muito tempo, ele é lento.
Quando levo muito tempo, sou perfeito.

Quando o outro não faz, é preguiçoso.
Quando não faço, sou ocupado.

Quando o outro faz alguma coisa que ninguém pediu, passou dos limites.
Quando faço o que ninguém pediu, tenho iniciativa.

Quando o outro negligencia uma regra de etiqueta, é rude.
Quando esqueço essas regras, sou original.

Quando o outro agrada o chefe, é puxa-saco.
Quando agrado o chefe, estou cooperando.

Quando o outro progride, é oportunista.
Quando eu progrido, é recompensa pelo meu trabalho.
(Extraido do livro: A arte de influenciar pessoas, de John Maxwell)


Nossa, como isso acontece com frequência, não?
Para cada vez mais minimizar esses "erros de percepção", é preciso se colocar no lugar da outra pessoa.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

DINÂMICA: AFETO


Participantes: 7 a 30 pessoas
Tempo Estimado: 20 minutos
Material: Um bichinho de pelúcia.
Descrição: Após explicar o objetivo, o coordenador pede para que todos
formem um círculo e passa entre eles o bichinho de pelúcia, ao qual cada integrante deve demonstrar concretamente seu sentimento (carinho, afago, etc.). Deve-se ficar atento a manifestações verbais dos integrantes. Após a experiência, os integrantes são convidados a fazer o mesmo gesto de carinho no integrante da direita. Por último, deve-se debater sobre as reações dos integrantes com relação a sentimentos de carinho, medo e inibição que tiveram.

DINÂMICA: Virar pelo avesso


Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização
Desenvolvimento:
1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.
2° Passo: O coordenador propõe ao grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficar voltados para fora, de costas para o centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma.
3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.
4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes.
5° Passo: Analisar a dinâmica:
O que viam? Como se sentiram?
Foi fácil encontrar a saída? Por quê?
Alguém desanimou? Por quê?
O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?
Nossa sociedade precisa ser transformada?
O que nós podemos fazer?
Palavra de Deus: Ex 18, 13-27 Sl 114